Queira eu ser e amar o quanto penso poder ser e amar!
Soltar-me da corrente que me prende em mim,
teimosamente fechada, egoísta, mesquinha...
Do pensar e querer até á mudança existe uma flor!
A flor que sorri para ti, nas mãos de quem tu a ofereceste...
E sorri apenas porque sim! Não porque a tenhas oferecido!
Sorri apenas porque é uma flor, e adora ser essa flor!
Sorri porque sua essência são átomos e moleculas de amor!
Ahhhh!... Sinto-me bem ao escrever, fazendo parte da escrita!
meus pensamentos são como pétalas dessa flor!
Conseguem sentir o aroma a liberdade?!
sexta-feira, 6 de julho de 2007
terça-feira, 3 de julho de 2007
Para lá do horizonte...
Ana e Simão... um imenso mar... João...
A recordação do beijo de despedida...
O amor em suspenso à distância de um sopro de vento forte nas velas de uma caravela...
O filho que nunca conhecestes João!!
Simão intuí que no mar está uma resposta... e vai... vai em sonhos, em sua caravela de paus de fósforo, por mares de imaginação e aventura. Parte em suas viagens fantásticas para o outro lado do horizonte, em busca daquilo que sua mãe procura todos os dias com o olhar...
Ele sabe que do outro lado está o tesouro! Não o ouro, as jóias, e outras coisas reluzentes daquelas histórias de Reis e Princesas que lhe contam ao deitar!... apenas o que fará com que o lindo sorriso de Ana não esmoreça, e continue a iluminar seu pequeno coração!
A recordação do beijo de despedida...
O amor em suspenso à distância de um sopro de vento forte nas velas de uma caravela...
O filho que nunca conhecestes João!!
Simão intuí que no mar está uma resposta... e vai... vai em sonhos, em sua caravela de paus de fósforo, por mares de imaginação e aventura. Parte em suas viagens fantásticas para o outro lado do horizonte, em busca daquilo que sua mãe procura todos os dias com o olhar...
Ele sabe que do outro lado está o tesouro! Não o ouro, as jóias, e outras coisas reluzentes daquelas histórias de Reis e Princesas que lhe contam ao deitar!... apenas o que fará com que o lindo sorriso de Ana não esmoreça, e continue a iluminar seu pequeno coração!
quinta-feira, 28 de junho de 2007
O barco de paus de fósforo...
Simão adorava o mar!... Era vê-lo saltar abraçando-se ás ondas como quem abraça o mundo! E ria... ria muito! Coleccionava todas as conchinhas e seixos pequeninos e coloridos que conseguia carregar nos bolsos dos calções... e corria para casa por aqueles campos e caminhos, quase que levitando de felicidade. «Mãe! Mãe! Olha... Olha...», e mostrava radiante seus novos tesouros ao mar conquistados!
Era nesse momento que Ana sorria! Aquele miúdo era alento para sua vida! Era ele que não a deixava desistir de voltar todos os dias aquele lugar e olhar para o mar com esperança. E então dava-lhe um abraço muito forte. «Que lindos filho!... Olha o que a mãe trouxe para ti!», e abrindo a mão via o olhar do miúdo se arregalar, e seu sorriso iluminar todos os cantinhos de seu ser!
Simão pegava na caixinha e pulava em direcção ao seu protótipo de caravela inventada, começando de seguida a colar com entusiamo os pauzinhos de fósforo que Ana tinha recolhido para ele...
Era nesse momento que Ana sorria! Aquele miúdo era alento para sua vida! Era ele que não a deixava desistir de voltar todos os dias aquele lugar e olhar para o mar com esperança. E então dava-lhe um abraço muito forte. «Que lindos filho!... Olha o que a mãe trouxe para ti!», e abrindo a mão via o olhar do miúdo se arregalar, e seu sorriso iluminar todos os cantinhos de seu ser!
Simão pegava na caixinha e pulava em direcção ao seu protótipo de caravela inventada, começando de seguida a colar com entusiamo os pauzinhos de fósforo que Ana tinha recolhido para ele...
terça-feira, 26 de junho de 2007
A Vida: Tão bela de tão imprevisível...
Será que diríamos ontem o mesmo que estamos a pensar hoje? Que coisas, que acontecimentos, que descobertas, que novas pessoas com que nos cruzamos , vêm desiquilibrar e baralhar todas as ideias que já temos como garantidas?...
Porquê a tentativa de querer ter algo como garantido, quando as evidências que nos são mostradas pela experiência diária, nos indicam que nesta vida nada é imutável...
Tão bom saber que não podemos mudar radicalmente nem os outros nem o Mundo, mas melhor a sensação que tenho de saber que me posso modificar a mim próprio a cada momento!
Esta mudança é crescimento, e a consciência de saber que apenas me posso modificar a mim próprio e a relação que tenho com o que me rodeia, é o que entendo por liberdade!!
Será que me modificando, optando por uma atitude positiva perante a vida, respeitando as diferenças, aceitando a natureza, vou contribuir para um Mundo melhor? Não sei! Mas que me faz estar mais tranquilo...
A verdadeira revolução opero-a em mim próprio!
Porquê a tentativa de querer ter algo como garantido, quando as evidências que nos são mostradas pela experiência diária, nos indicam que nesta vida nada é imutável...
Tão bom saber que não podemos mudar radicalmente nem os outros nem o Mundo, mas melhor a sensação que tenho de saber que me posso modificar a mim próprio a cada momento!
Esta mudança é crescimento, e a consciência de saber que apenas me posso modificar a mim próprio e a relação que tenho com o que me rodeia, é o que entendo por liberdade!!
Será que me modificando, optando por uma atitude positiva perante a vida, respeitando as diferenças, aceitando a natureza, vou contribuir para um Mundo melhor? Não sei! Mas que me faz estar mais tranquilo...
A verdadeira revolução opero-a em mim próprio!
sexta-feira, 22 de junho de 2007
A distante caravela!... O rosto dela!...
Já não sabia bem como ali tinha ido parar. Aquela ilha tinha-lhe retirado aos poucos a esperança de regressar ao lugar de onde já nem se queria lembrar de ter saído. Seus pés descalços pisavam as límpidas águas que desmaiavam na areia. Era noite! Havia luar! O reflexo da luz esverdeava o mar, lembrando-lhe a beleza de seu olhar! Era essa a mais forte recordação: Aquele seu olhar verde de esperança num rosto que o tempo ainda tinha tornado mais belo! E aquele beijo... Ah! Aquele beijo que todos os dias o devolvia á vida...
João sentou-se na areia e chorou... chorou...
O mar beijava-lhe os pés em consolo.
João sentou-se na areia e chorou... chorou...
O mar beijava-lhe os pés em consolo.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
A caravela e a espera dela...
As lágrimas serpenteavam em sua face. Seus cabelos esvoaçavam ao sabor da brisa tardia. Seu olhar continuava triste olhando a linha de enamoramento entre o mar e a terra... Tinha sido por ali que tinha visto seguir a esperança de um futuro melhor! Nesse dia o vento soprava forte! Assim estava forte também seu coração. O olhar tinha brilho de esperança, e o beijo... Ah! Como tinha sido intenso e caloroso aquele beijo! Como tinha sido forte aquele abraço, e como aquele sorriso a confortou na hora da despedida... E o vento que soprava forte encheu as velas e o levou!...
Todos os dias a partir daí Ana saía de casa á tarde e tomava o caminho. Pegava nos campos pequenas flores silvestres que ao chegar ao cimo da escarpa lançava nos ares, olhando-as pousar docemente no mar... «São para ti meu amor! Volta para mim.»... e chorava... chorava...
Todos os dias a partir daí Ana saía de casa á tarde e tomava o caminho. Pegava nos campos pequenas flores silvestres que ao chegar ao cimo da escarpa lançava nos ares, olhando-as pousar docemente no mar... «São para ti meu amor! Volta para mim.»... e chorava... chorava...
Apetece-me uma sopa de alho francês!...
Que tal?... Para titulo parece sugestivo!! Além do que poderá mesmo fazer com que alguém, que esteja há mais de três horas agarrado ao teclado, se lembre de repente que aquela parte do corpo que está por baixo do dito periférico se chama estômago, e que é ele que tem feito aqueles barulhinhos estranhos, e não um qualquer defeito na hard-drive!! Será tempo de lhe dar uma sopita?? isto se as pernas o conduzirem á cozinha... ou se a cabeça deixar de estar concentrada neste amontoado de palavras e, em plena consonância com o resto do corpo, comande a invasão do frigorifico, e a verdadeira revolução que vai ser destapar o tupperware!!!!
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